domingo, 14 de agosto de 2011

Interpretando o símbolo: Técnicas de Ativação.


As técnicas de ativação é a última parte na interpretação do símbolo.

Elas estão expressas nas palavras: Meditação; alongamento; respiração e postura.

Estas técnicas poderão ser usadas para a ativação das quatro dimensões humanas, buscando o equilíbrio das mesmas.

Assim, a meditação está diretamente relacionada a ativação da dimensão espiritual do Homem.

O alongamento ou atividade física é responsável pela ativação da dimensão material.

A respiração objetiva o equilíbrio da dimensão emocional e a postura ativa a dimensão racional do Homem.

Também relacionado as técnicas de ativação temos no símbolo quatro palavras que representam também cada uma das dimensões humanas, são elas: Paz, fé, amor e ação.

Estas palavras representam a sensação de equilíbrio de cada dimensão, ou seja, ao equilibrarmos nossa dimensão espiritual encontraremos a PAZ; a dimensão material a FÉ; a emocional o AMOR e a racional a AÇÃO consciente.

Para finalizar gostaria de deixar o entendimento que tenho de cada uma destas palavras.

PAZ – Ausência de desejo;
FÉ – Ausência de medo;
AMOR – Senso de união;
AÇÃO – Sabedoria (ação consciente)

Observação: Para facilitar o acompanhamento da interpretação das outras partes, todos os posts serão agrupados na categoria Cosmunidade e estão relacionados, em ordem cronológica, no post Sumário.

Interpretando o símbolo: Pseudo-transições

Na interpretação do símbolo, a parte que chamo de pseudo-transições está relacionada a constituição da Sociedade Humana.

Ela esta disposta no entorno do círculo central, representada pelas palavras: 1ª onda, 2ª onda, 3ª onda e 4ª onda.

As pseudo-transições são reflexos da evolução do Planeta Terra e expressam o estágio evolutivo da coletividade em relação a esta evolução.

A 1ª onda compreende o período que vai do início dos primeiros vestígios de sociedade até o fim do que chamamos de Revolução Agrícola. Este período está relacionado com o resgate de experiências vivenciadas na primeira etapa de constituição do Planeta: O reino mineral. Elas reproduzem no meio social, percepções ligadas a questões religiosas, com um desenvolvimento social lento e com poucas mudanças qualitativas, onde os paradigmas dominantes eram: certo e errado; e o bem e mal.

Na seqüencia, a 2ª onda, vai do início da Revolução Industrial até meados da década de 90. Neste período a sociedade humana evolui de forma dinâmica e valorizou excessivamente a sua dimensão material e se direcionou através dos seguintes paradigmas: funciona e não funciona; e é viável e não é viavel. Este período esta diretamente relacionado as memórias do Reino Vegetal.

Na 3ª onda, estamos iniciando uma nova etapa de evolução da sociedade humana, onde a percepção de integração com o meio natural está se aflorando, provocando assim, um senso de cuidado com o Planeta, baseando no paradigma: é sustentável; e não é sustentável. Gosto de chamar este momento de Revolução Ambiental.

E seguindo o raciocínio acima, a sociedade humana está a caminho da 4ª onda, onde o paradigma dominante será: está em equilíbrio; e não está em equilíbrio. Nesta etapa, imagino a configuração de uma Revolução Humana, onde será  revelado o homem integral, consciente do seu potencial e harmônico em suas relações com o Todo.

Para complementar o texto leia também A Dominação como Resgate da Essência.

Observação: Para facilitar o acompanhamento da interpretação das outras partes, todos os posts serão agrupados na categoria Cosmunidade e estão relacionados, em ordem cronológica, no post Sumário.

Interpretando o símbolo: Micro-transições

Dando continuidade aos textos de interpretação do símbolo, falaremos agora sobre o que chamo de micro-transições.

As micro-transições estão relacionadas à constituição do Homem.

Elas estão dispostas no símbolo na parte superior e inferior, expressa nas palavras: Espiritual, material, emocional e racional.

Cada etapa, indicada acima, se relaciona com uma dimensão do Homem. Ou seja, o Homem é composto por quatro dimensões: espiritual, material, emocional e racional. Estas dimensões estão diretamente relacionadas as etapas de constituição do Planeta Terra, a qual apresentamos no post sobre as macro-transições.

Desta forma, a dimensão espiritual do Homem é o arquivo de suas experiências enquanto espírito envolvido em um corpo mineral; a dimensão material as suas memórias num corpo vegetal; a emocional diz respeito as suas vidas em um corpo animal; e por fim, a dimensão racional constitui as suas existências em corpos humanos.

Esta parte do símbolo quer nos lembrar que somos resultado de milhões de anos de experiência evolutiva e que o nosso equilíbrio passa pelo reconhecimento e atendimento das necessidades de cada uma destas dimensões.

Para complemento deste texto ler também A Quarta Parte.

Observação: Para facilitar o acompanhamento da interpretação das outras partes, todos os posts serão agrupados na categoria Cosmunidade e estão relacionados, em ordem cronológica, no post Sumário.

Interpretando o símbolo: Macro-transições


A segunda parte da interpretação do símbolo é chamada de macro-transições e representa a constituição do Planeta Terra.

Ela está disposta nas laterais direita e esquerda do símbolo, expressa pelas palavras: Mineral, vegetal, animal e hominal.

Esta sequencia nos traz as etapas de evolução e constituição do Planeta Terra, onde após a Grande Explosão a Energia Universal (Deus) foi se materializando em várias formas distintas, as quais foram evoluindo quantitativa e qualitativamente de acordo com o seu merecimento.

No início a energia universal, se manifestou somente em formas minerais, onde tinha como objetivo adaptar-se em um envoltório material. Esta etapa evolutiva foi marcada pelo controle da energia em um corpo físico dotado de uma dinâmica lenta de desenvolvimento.

Após anos de aprimoramento alguns espíritos alcançaram altos níveis de controle o que os possibilitou evoluírem para uma outra forma de corpo físico: o vegetal.

Na etapa vegetal os espíritos vivenciaram uma dinâmica de desenvolvimento físico mais abrangente, com crescimento físico e capacidade de reprodução.

Da mesma forma, estes espíritos em um processo qualitativo de melhoramento, transcenderam-se para uma outra forma de corpo físico: o animal.

No reino animal, além da capacidade de controlar a energia em um corpo físico e vivenciar uma dinâmica diferenciada de desenvolvimento desse corpo, o espírito agora foi confrontado com os aspectos sutis da: emoção.

E por último, com o aprimoramento dos instintos o espírito transcende para a última fase evolutiva do Planeta, que é o Reino Hominal.

Nesta etapa o espírito se defronta com a complexidade do intelecto humano em busca do seu aprimoramento e avanço para a próxima dimensão: A Divinal.

Assim, as macro-transições vem nos lembrar que somos parte integrante do Planeta Terra, como também, demonstrar a amplitude das nossas relações de irmandade.

Para complemento deste texto ler também A Quarta Parte.

Observação: Para facilitar o acompanhamento da interpretação das outras partes, todos os posts serão agrupados na categoria Cosmunidade e estão relacionados, em ordem cronológica, no post Sumário.

Interpretando o símbolo: O Princípio

A partir deste post iremos trazer a interpretação do símbolo que figura na barra lateral direita do blog, o qual é composto por cinco partes e que tem como mensagem central a evolução do espírito humano.

Desta forma, segue abaixo a explicação da primeira parte do símbolo, intitulada “O Princípio”. 

A parte central do símbolo, que engloba o pequeno círculo no rodapé, as três setas e o círculo tendo em seu centro dois vórtices se cruzando, representa: de onde vimos; onde estamos e para onde vamos.

O pequeno círculo traduz o momento inicial, o big bang, a transição de uma existência estagnada da onipresença para uma existência dinâmica, onde o Deus solitário dá lugar a um Deus plural, manifesto em várias formas individuais.
                                                        
O círculo tendo em seu centro dois vórtices demonstra as forças antagônicas em busca de equilíbrio. E as duas setas, uma para a direita e outra para a esquerda, indicam o livre arbítrio na construção desse equilíbrio.

E a seta indicando o topo é a representação de que a nossa existência tem como foco a melhoria continua, a evolução.

Em resumo, esta parte do símbolo nos faz lembrar que somos seres divinos, dotados de livre arbítrio e participantes de uma caminhada evolutiva rumo a iluminação.

Para complemento deste texto ler também Desmistificação

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