O equilíbrio dinâmico se constitui como base da vida promovendo uma dialética existencial a qual confronta cotidianamente os opostos em busca de sua síntese.
A natureza dual do Universo toma as mais variadas referências, seja na representação do Bem e do Mal, Homem e Mulher ou Positivo e Negativo. Porém está dualidade não deve ser vista como conflitante mais sim integrante.
A integração das forças opostas existe como essência do melhoramento, pois sem esta condição não existiria o equilíbrio mais sim um caminho único para o Cosmo o qual sem oposição já teria alcançado a sua estagnação em virtude do consenso universal entre as partes. Para ilustrar, imaginemos uma situação onde uma das partes apresenta sua Tese e a outra a ratifica, como poderia surgir o Novo.
Com isso a essência da Verdade Universal está na cooperação das verdades individuais a qual, por sua vez, tem sua essência na síntese dos embates interiores.
Valendo deste raciocínio percebemos que os reveses, os embates cotidianos, sejam em nível individual, coletivo ou ambiental, são mecanismos universais de ajustes harmônicos o que em essência são extremamente benéfico para os desdobramentos evolutivos.
Desta forma é de suma importância o respeito às diversidades de expressão, pois são fragmentos da Verdade Universal, bem como é importante, por parte do individuo, a reafirmação e a disseminação de suas verdades pessoais a fim de poder contribuir com o desenvolvimento coletivo.
Vale sempre lembrar que a Verdade Universal não está em única fonte mais sim na conjunção dos saberes, como bem resume a frase de Sócrates: “Só sei que nada sei”.
domingo, 2 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário